{"id":886,"date":"2026-04-16T09:51:51","date_gmt":"2026-04-16T12:51:51","guid":{"rendered":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/?p=886"},"modified":"2026-04-16T09:51:52","modified_gmt":"2026-04-16T12:51:52","slug":"tdah-de-virginia-fonseca-e-ana-castela-neuropsicologa-faz-alerta-direto-sobre-os-riscos-do-autodiagnostico-nas-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/2026\/04\/16\/tdah-de-virginia-fonseca-e-ana-castela-neuropsicologa-faz-alerta-direto-sobre-os-riscos-do-autodiagnostico-nas-redes-sociais\/","title":{"rendered":"TDAH de Virginia Fonseca e Ana Castela: neuropsic\u00f3loga faz alerta direto sobre os riscos do autodiagn\u00f3stico nas redes sociais"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Especialista explica que aumento de diagn\u00f3sticos n\u00e3o significa necessariamente mais casos, mas sim maior capacidade de identifica\u00e7\u00e3o; alerta que transtorno vai muito al\u00e9m de &#8220;distra\u00e7\u00e3o&#8221; e que v\u00eddeos virais banalizam condi\u00e7\u00e3o s\u00e9ria<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-887\" srcset=\"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18-1024x576.png 1024w, https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18-300x169.png 300w, https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18-768x432.png 768w, https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18-390x220.png 390w, https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-18.png 1224w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o com Hiperatividade (TDAH) virou assunto do momento nas redes sociais. E n\u00e3o foi \u00e0 toa: nomes como <strong>Virginia Fonseca<\/strong>, <strong>Ana Castela<\/strong>, o influenciador brit\u00e2nico Sam Thompson e a cantora Nelly Furtado trouxeram o tema \u00e0 tona ao falarem abertamente sobre seus diagn\u00f3sticos. Mas, segundo a psic\u00f3loga e neuropsic\u00f3loga <strong>Luciana Fortes<\/strong>, \u00e9 preciso cuidado com o que est\u00e1 sendo dito \u2014 principalmente na internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Em conversa com a coluna de <strong>F\u00e1bia Oliveira<\/strong> no <strong>Metr\u00f3poles<\/strong>, a especialista fez um alerta direto sobre a avalanche de conte\u00fados virais que prometem ajudar qualquer pessoa a se autodiagnosticar com base em listas de sintomas ou v\u00eddeos curtos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;O TDAH n\u00e3o se diagnostica por v\u00eddeos ou listas de sintomas. Isso banaliza um transtorno s\u00e9rio&#8221;<\/em> , afirmou Luciana Fortes.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que aumentou n\u00e3o foram os casos, mas a identifica\u00e7\u00e3o \ud83d\udcc8<\/h3>\n\n\n\n<p>Um dos pontos centrais da fala da neuropsic\u00f3loga \u00e9 a diferen\u00e7a entre <strong>aumento real da preval\u00eancia<\/strong> e <strong>aumento da capacidade de identificar<\/strong> o transtorno. Segundo ela, o que se observa na pr\u00e1tica cl\u00ednica \u00e9 um n\u00famero maior de diagn\u00f3sticos tardios \u2014 especialmente entre adultos \u2014, mas isso n\u00e3o significa necessariamente que mais pessoas estejam desenvolvendo TDAH.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;O que aumentou n\u00e3o foram os casos, mas a capacidade de identificar o transtorno&#8221;<\/em> , explicou Luciana Fortes.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico tardio, ali\u00e1s, \u00e9 cada vez mais comum: <em>&#8220;Muitos adultos s\u00f3 descobrem agora porque conseguiram compensar os sintomas ao longo da vida. Quando o diagn\u00f3stico chega, vem al\u00edvio \u2014 mas tamb\u00e9m uma releitura da pr\u00f3pria hist\u00f3ria&#8221;<\/em> , observou.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">TDAH vai muito al\u00e9m de &#8220;distra\u00e7\u00e3o&#8221; ou &#8220;agita\u00e7\u00e3o&#8221; \ud83e\udde0<\/h3>\n\n\n\n<p>A especialista refor\u00e7ou que o TDAH \u00e9 um transtorno do neurodesenvolvimento com crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos bem estabelecidos e que <strong>n\u00e3o se resume a esquecimentos pontuais ou dificuldade de foco<\/strong> em tarefas entediantes.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;Estamos falando de dificuldades em planejamento, organiza\u00e7\u00e3o, controle emocional e impulsividade&#8221;<\/em> , enumerou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Os sintomas centrais do TDAH, de acordo com manuais como o DSM-5 e diretrizes da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o (ABDA), incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Desaten\u00e7\u00e3o persistente:<\/strong> dificuldade de manter o foco em tarefas rotineiras, perda frequente de objetos, erros por descuido.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hiperatividade\/impulsividade:<\/strong> inquieta\u00e7\u00e3o, dificuldade em permanecer sentado, agir sem pensar nas consequ\u00eancias, interromper os outros.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quando esses sintomas causam <strong>preju\u00edzo significativo<\/strong> em m\u00faltiplos ambientes (casa, escola, trabalho, rela\u00e7\u00f5es sociais) e n\u00e3o s\u00e3o explicados por outras condi\u00e7\u00f5es (ansiedade, depress\u00e3o, transtornos de aprendizagem, uso de subst\u00e2ncias), \u00e9 que se considera a hip\u00f3tese de TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O diagn\u00f3stico: um processo cl\u00ednico, n\u00e3o um viral de internet \ud83d\udeab\ud83d\udcf1<\/h3>\n\n\n\n<p>Luciana Fortes foi categ\u00f3rica ao criticar a tend\u00eancia do <strong>autodiagn\u00f3stico<\/strong> baseado em conte\u00fados de redes sociais como TikTok e Instagram. V\u00eddeos curtos que listam &#8220;sinais de que voc\u00ea tem TDAH&#8221; acumulam milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es, mas, segundo a especialista, <strong>n\u00e3o substituem uma avalia\u00e7\u00e3o profissional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos recentes corroboram a preocupa\u00e7\u00e3o. Uma revis\u00e3o da Universidade de East Anglia, publicada no <em>Journal of Social Media Research<\/em>, analisou mais de 5 mil postagens sobre sa\u00fade mental nas principais plataformas e concluiu que:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>52% dos v\u00eddeos sobre TDAH no TikTok continham informa\u00e7\u00f5es imprecisas<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>41% dos conte\u00fados sobre autismo tamb\u00e9m apresentavam erros<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>O problema \u00e9 maior entre criadores <strong>n\u00e3o profissionais<\/strong> (taxa de erro de at\u00e9 55%), enquanto conte\u00fados produzidos por especialistas t\u00eam apenas <strong>3% de imprecis\u00e3o<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Os algoritmos das plataformas, especialmente do TikTok, favorecem conte\u00fados com alto engajamento r\u00e1pido \u2014 o que contribui para a viraliza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es incorretas em detrimento de conte\u00fados baseados em evid\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os riscos do autodiagn\u00f3stico: atraso, tratamento errado e estigma \u26a0\ufe0f<\/h3>\n\n\n\n<p>A banaliza\u00e7\u00e3o do TDAH nas redes sociais n\u00e3o \u00e9 inofensiva. Especialistas apontam consequ\u00eancias graves:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Atraso no diagn\u00f3stico correto:<\/strong> uma pessoa que se convence de que tem TDAH com base em v\u00eddeos pode deixar de investigar a verdadeira causa de seus sintomas \u2014 que pode ser ansiedade, depress\u00e3o, transtorno bipolar, apneia do sono, disfun\u00e7\u00e3o tireoidiana ou at\u00e9 mesmo efeitos do estresse cr\u00f4nico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tratamento inadequado:<\/strong> o autodiagn\u00f3stico pode levar \u00e0 busca por medicamentos controlados (como o Venvanse ou Ritalina) sem prescri\u00e7\u00e3o ou supervis\u00e3o m\u00e9dica, com risco de efeitos colaterais graves, depend\u00eancia e agravamento de condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas subjacentes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Refor\u00e7o de estigmas:<\/strong> quando o TDAH \u00e9 reduzido a &#8220;falta de aten\u00e7\u00e3o&#8221; ou &#8220;esquecimento&#8221;, perde-se a compreens\u00e3o da gravidade que o transtorno pode ter na vida de quem realmente convive com ele \u2014 incluindo dificuldades profissionais, relacionamentos inst\u00e1veis, baixa autoestima e aumento do risco de ansiedade e depress\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Banaliza\u00e7\u00e3o do sofrimento alheio:<\/strong> fam\u00edlias que lutam para que seus filhos com TDAH recebam acomoda\u00e7\u00f5es escolares ou acesso a tratamento veem suas demandas invalidadas quando o diagn\u00f3stico \u00e9 tratado como &#8220;modinha&#8221;.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando o diagn\u00f3stico \u00e9 correto: al\u00edvio e estrat\u00e9gias de vida \ud83c\udf1f<\/h3>\n\n\n\n<p>Luciana Fortes ressalta que, quando bem conduzido, o diagn\u00f3stico de TDAH <strong>n\u00e3o \u00e9 um r\u00f3tulo negativo, mas uma chave de entendimento<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;Quando a pessoa entende seu funcionamento, ela deixa de se culpar e passa a construir estrat\u00e9gias para viver melhor&#8221;<\/em> , concluiu.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>O tratamento do TDAH \u00e9 multidisciplinar e pode incluir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Psicoeduca\u00e7\u00e3o:<\/strong> entender o transtorno e seus impactos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Terapia cognitivo-comportamental (TCC):<\/strong> para desenvolver estrat\u00e9gias de organiza\u00e7\u00e3o, planejamento e regula\u00e7\u00e3o emocional.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Medicamentos (quando indicados):<\/strong> psicoestimulantes ou n\u00e3o estimulantes, sob rigoroso acompanhamento m\u00e9dico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Treino de fun\u00e7\u00f5es executivas:<\/strong> t\u00e9cnicas para melhorar mem\u00f3ria de trabalho, inibi\u00e7\u00e3o de respostas e flexibilidade cognitiva.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Apoio psicossocial:<\/strong> adapta\u00e7\u00f5es no ambiente escolar ou de trabalho, grupos de apoio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como consumir informa\u00e7\u00f5es sobre TDAH de forma respons\u00e1vel? \ud83d\udd0d<\/h3>\n\n\n\n<p>Diante do volume de desinforma\u00e7\u00e3o, especialistas recomendam:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Verificar a fonte:<\/strong> o conte\u00fado foi produzido por um profissional de sa\u00fade registrado (m\u00e9dico psiquiatra, psic\u00f3logo, neuropsic\u00f3logo) ou por um influenciador sem forma\u00e7\u00e3o?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Preferir canais de associa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas:<\/strong> como ABDA (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o), ABP (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria) e \u00f3rg\u00e3os de classe.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Desconfiar de listas de sintomas gen\u00e9ricos:<\/strong> &#8220;todo mundo&#8221; se identifica com alguns itens de uma lista de TDAH \u2014 o que define o transtorno \u00e9 a <strong>persist\u00eancia, a gravidade e o preju\u00edzo funcional<\/strong> em m\u00faltiplos contextos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Buscar um profissional qualificado:<\/strong> diante de suspeita, o caminho correto \u00e9 procurar um psiquiatra, neurologista ou psic\u00f3logo\/neuropsic\u00f3logo especializado, que far\u00e1 uma avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica detalhada (entrevista, escalas validadas, testes neuropsicol\u00f3gicos quando indicados).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Denunciar conte\u00fados enganosos:<\/strong> plataformas como TikTok, Instagram e YouTube permitem sinalizar desinforma\u00e7\u00e3o em sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A fala p\u00fablica de famosos: conscientiza\u00e7\u00e3o ou romantiza\u00e7\u00e3o? \ud83c\udfa4<\/h3>\n\n\n\n<p>O fato de Virginia Fonseca e Ana Castela terem revelado seus diagn\u00f3sticos publicamente tem um duplo efeito. Por um lado, <strong>aumenta a conscientiza\u00e7\u00e3o<\/strong> sobre o TDAH e reduz o estigma, encorajando outras pessoas a buscarem ajuda. Por outro, quando acompanhado de v\u00eddeos simplificadores nas redes sociais, pode <strong>dar a impress\u00e3o de que qualquer um pode se autodiagnosticar<\/strong> com base em poucos sintomas.<\/p>\n\n\n\n<p>A neuropsic\u00f3loga Luciana Fortes n\u00e3o critica as celebridades por falarem sobre seus diagn\u00f3sticos, mas sim o <strong>ecossistema de desinforma\u00e7\u00e3o<\/strong> que se aproveita dessas revela\u00e7\u00f5es para produzir conte\u00fado raso e, muitas vezes, incorreto.<\/p>\n\n\n\n<p>O alerta \u00e9 direto: TDAH \u00e9 um transtorno s\u00e9rio, com crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos rigorosos e impacto real na vida de quem o tem. N\u00e3o se diagnostica por v\u00eddeo de 30 segundos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>\ud83d\udd0d Os Riscos do Autodiagn\u00f3stico de TDAH nas Redes Sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Aspecto<\/th><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Informa\u00e7\u00e3o<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Fen\u00f4meno<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Viraliza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados sobre TDAH no TikTok e Instagram, impulsionada por diagn\u00f3sticos de famosas como Virginia Fonseca e Ana Castela.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Dados preocupantes<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">52% dos v\u00eddeos sobre TDAH no TikTok cont\u00eam informa\u00e7\u00f5es imprecisas (estudo da Universidade de East Anglia).<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Principal erro<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Reduzir o TDAH a &#8220;distra\u00e7\u00e3o&#8221; ou &#8220;esquecimento&#8221;, ignorando preju\u00edzos em planejamento, organiza\u00e7\u00e3o, controle emocional e impulsividade.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Riscos do autodiagn\u00f3stico<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Atraso no diagn\u00f3stico correto, tratamento inadequado, automedica\u00e7\u00e3o, refor\u00e7o de estigmas, banaliza\u00e7\u00e3o do transtorno.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>O que fazer diante da suspeita<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Buscar avalia\u00e7\u00e3o com psiquiatra, neurologista ou neuropsic\u00f3logo especializado; evitar conclus\u00f5es baseadas em v\u00eddeos ou listas gen\u00e9ricas.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Tratamento adequado<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Psicoeduca\u00e7\u00e3o, terapia cognitivo-comportamental, medicamentos sob supervis\u00e3o, treino de fun\u00e7\u00f5es executivas, apoio psicossocial.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Posi\u00e7\u00e3o da especialista<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">&#8220;O TDAH n\u00e3o se diagnostica por v\u00eddeos ou listas de sintomas. Isso banaliza um transtorno s\u00e9rio&#8221; \u2013 Luciana Fortes, neuropsic\u00f3loga.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Reportagens relacionadas (desinforma\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mental):<\/strong><br><em>[TikTok e sa\u00fade mental: como os conte\u00fados da rede promovem desinforma\u00e7\u00e3o sobre temas como TDAH, TEA e outros \u2013 g1, 10\/04\/2026]<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialista explica que aumento de diagn\u00f3sticos n\u00e3o significa necessariamente mais casos, mas sim maior capacidade de identifica\u00e7\u00e3o; alerta que transtorno vai muito al\u00e9m de &#8220;distra\u00e7\u00e3o&#8221; e que v\u00eddeos virais banalizam condi\u00e7\u00e3o s\u00e9ria O Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o com Hiperatividade (TDAH) virou assunto do momento nas redes sociais. 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