{"id":1106,"date":"2026-07-13T10:44:43","date_gmt":"2026-07-13T13:44:43","guid":{"rendered":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/?p=1106"},"modified":"2026-07-13T10:44:46","modified_gmt":"2026-07-13T13:44:46","slug":"novos-criterios-permitem-diagnosticar-esclerose-multipla-antes-mesmo-dos-sintomas-entenda-a-mudanca-que-pode-transformar-o-prognostico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/2026\/07\/13\/novos-criterios-permitem-diagnosticar-esclerose-multipla-antes-mesmo-dos-sintomas-entenda-a-mudanca-que-pode-transformar-o-prognostico\/","title":{"rendered":"Novos crit\u00e9rios permitem diagnosticar esclerose m\u00faltipla antes mesmo dos sintomas; entenda a mudan\u00e7a que pode transformar o progn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Revis\u00e3o dos Crit\u00e9rios de McDonald, publicada em 2025 no The Lancet Neurology, amplia a precis\u00e3o diagn\u00f3stica ao incluir o nervo \u00f3ptico como nova regi\u00e3o de les\u00e3o e permite tratar pacientes assintom\u00e1ticos com les\u00f5es t\u00edpicas; objetivo \u00e9 antecipar o tratamento para evitar sequelas em uma doen\u00e7a que afeta 40 mil brasileiros<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"738\" height=\"384\" src=\"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-11.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1107\" srcset=\"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-11.png 738w, https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-11-300x156.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 738px) 100vw, 738px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A esclerose m\u00faltipla (EM) \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica mais comum entre adultos jovens. Afeta 2,9 milh\u00f5es de pessoas no mundo e cerca de 40 mil no Brasil. Durante anos, o diagn\u00f3stico dependia do aparecimento de sintomas claros \u2014 perda visual, desequil\u00edbrio, formigamentos ou fraqueza muscular. Mas uma revis\u00e3o dos <strong>Crit\u00e9rios de McDonald<\/strong>, publicada em 2025 no peri\u00f3dico <strong>The Lancet Neurology<\/strong>, mudou esse cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atualiza\u00e7\u00e3o incorpora novos marcadores biol\u00f3gicos e amplia a precis\u00e3o dos exames, permitindo que o diagn\u00f3stico seja feito em est\u00e1gios cada vez mais precoces \u2014 inclusive antes mesmo de o paciente apresentar qualquer queixa.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;O objetivo \u00e9 antecipar o diagn\u00f3stico, a fim de prevenir sintomas, para evitar o aparecimento de sequelas&#8221;<\/em> , afirma o neurologista <strong>Herval Ribeiro Soares Neto<\/strong>, do Hospital Israelita Einstein.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\uddec O que \u00e9 a esclerose m\u00faltipla e por que o diagn\u00f3stico precoce \u00e9 crucial<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A EM \u00e9 uma <strong>doen\u00e7a autoimune<\/strong> em que c\u00e9lulas do sistema de defesa atacam a <strong>bainha de mielina<\/strong> \u2014 uma esp\u00e9cie de capa que reveste os neur\u00f4nios e \u00e9 essencial para a transmiss\u00e3o de impulsos nervosos. Esse ataque causa inflama\u00e7\u00e3o e les\u00f5es em regi\u00f5es como o nervo \u00f3ptico, a medula espinhal e o cerebelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os sintomas variam conforme a \u00e1rea afetada:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Perda visual ou vis\u00e3o emba\u00e7ada<\/li>\n\n\n\n<li>Vertigem e desequil\u00edbrio<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de sensibilidade ou formigamento<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de for\u00e7a muscular<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em cerca de <strong>80% dos casos<\/strong>, a doen\u00e7a se manifesta em <strong>surtos<\/strong> que duram semanas e podem melhorar espontaneamente. Mas a recupera\u00e7\u00e3o nem sempre \u00e9 completa \u2014 depende da capacidade do organismo de refazer a bainha de mielina (remieliniza\u00e7\u00e3o). Por isso, <strong>quanto mais cedo o tratamento come\u00e7ar, menor o risco de sequelas permanentes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83d\udd2c O que mudou nos Crit\u00e9rios de McDonald<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A revis\u00e3o de 2025 trouxe duas novidades principais:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1. Inclus\u00e3o do nervo \u00f3ptico como regi\u00e3o t\u00edpica de les\u00e3o<\/strong> \u2014 at\u00e9 ent\u00e3o, as les\u00f5es eram avaliadas em quatro \u00e1reas: periventricular, juxtacortical\/cortical, infratentorial e medula espinhal. O nervo \u00f3ptico agora se junta a essa lista, ampliando as possibilidades de detec\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2. Diagn\u00f3stico em pacientes assintom\u00e1ticos com les\u00f5es t\u00edpicas<\/strong> \u2014 antes, pessoas que tinham les\u00f5es nos exames de imagem mas n\u00e3o apresentavam sintomas eram classificadas como portadoras de <strong>s\u00edndrome radiol\u00f3gica isolada<\/strong>. Agora, esses pacientes podem receber o diagn\u00f3stico de EM e iniciar o tratamento antes mesmo de a doen\u00e7a se manifestar clinicamente.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;Isso \u00e9 importante porque podemos come\u00e7ar a tratar a doen\u00e7a antes que ela se manifeste, melhorando o progn\u00f3stico&#8221;<\/em> , observa a neurologista <strong>Ana Cl\u00e1udia Piccolo<\/strong>, coordenadora do departamento cient\u00edfico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\uddea Como o diagn\u00f3stico \u00e9 feito hoje<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diagn\u00f3stico da EM combina tr\u00eas pilares:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Exame cl\u00ednico e hist\u00f3rico do paciente<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de cr\u00e2nio e coluna<\/strong> \u2014 capaz de visualizar les\u00f5es t\u00edpicas em detalhe<\/li>\n\n\n\n<li><strong>An\u00e1lise do l\u00edquor<\/strong> (l\u00edquido cefalorraquidiano), retirado por pun\u00e7\u00e3o lombar, para detectar marcadores como as <strong>bandas oligoclonais<\/strong> \u2014 um grupo de prote\u00ednas que indica atividade inflamat\u00f3ria no sistema nervoso central<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;A qualidade desses exames faz a diferen\u00e7a para um diagn\u00f3stico mais correto e precoce&#8221;<\/em> , destaca Soares Neto.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Einstein, por exemplo, foi criado um <strong>laudo estruturado de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica<\/strong> espec\u00edfico para EM, que avalia a hip\u00f3tese de forma sistematizada.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u26a0\ufe0f O desafio: sintomas que passam despercebidos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar dos avan\u00e7os, mais de <strong>80% dos pa\u00edses<\/strong> enfrentam dificuldades para fazer o diagn\u00f3stico precoce, segundo a 3\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Atlas da Esclerose M\u00faltipla (2021).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O problema \u00e9 que os sintomas iniciais s\u00e3o muitas vezes <strong>inespec\u00edficos<\/strong> e confundidos com outras condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fadiga persistente<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de equil\u00edbrio<\/li>\n\n\n\n<li>Vis\u00e3o emba\u00e7ada<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;A porta de entrada costuma ser o ortopedista, o otorrino ou o oftalmo&#8221;<\/em> , relata Piccolo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E mesmo quando o paciente chega ao neurologista, pode ser por outros motivos: <em>&#8220;\u00c0s vezes, a doen\u00e7a \u00e9 diagnosticada quando a pessoa vai investigar enxaqueca ou mesmo um traumatismo craniano&#8221;<\/em> , observa Soares Neto.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83d\udc8a Tratamento: mais eficaz, mais seguro, mais individualizado<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tratamento da EM evoluiu significativamente nos \u00faltimos anos. Hoje, existem <strong>mais de dez op\u00e7\u00f5es<\/strong> de medicamentos, principalmente imunomoduladores e imunossupressores, aplicados via endovenosa ou em comprimidos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;A evolu\u00e7\u00e3o do tratamento permitiu maior efic\u00e1cia, com menos chance de novos surtos e novas les\u00f5es no c\u00e9rebro e na medula&#8221;<\/em> , destaca Soares Neto.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o tratamento de alta efic\u00e1cia atual, h\u00e1 <strong>mais de 90% de chance de evitar novas les\u00f5es inflamat\u00f3rias no c\u00e9rebro<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em abril de 2026, a <strong>Anvisa aprovou o ublituximabe (Briumvi)<\/strong> , um anticorpo monoclonal que impede os linf\u00f3citos de atacarem a bainha de mielina, reduzindo as crises. <em>&#8220;\u00c9 um tratamento de uma classe que j\u00e1 existe no mercado, mais uma alternativa&#8221;<\/em> , observa Soares Neto.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\udded O futuro: tratar antes de a doen\u00e7a aparecer<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande virada dos novos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos \u00e9 a possibilidade de tratar a EM <strong>antes mesmo dos sintomas<\/strong>. Isso representa uma mudan\u00e7a de paradigma: em vez de esperar que a doen\u00e7a se manifeste para agir, a medicina agora pode antecipar o diagn\u00f3stico e proteger o paciente de sequelas irrevers\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;N\u00e3o existe um protocolo \u00fanico, uma receita de bolo, o tratamento \u00e9 individualizado&#8221;<\/em> , diz Soares Neto. <em>&#8220;Mas com tratamento de alta efic\u00e1cia, \u00e9 poss\u00edvel silenciar a doen\u00e7a por d\u00e9cadas.&#8221;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mensagem final \u00e9 clara: a esclerose m\u00faltipla n\u00e3o \u00e9 mais uma senten\u00e7a de incapacidade. Com diagn\u00f3stico precoce, tratamento adequado e acompanhamento multidisciplinar, \u00e9 poss\u00edvel preservar a funcionalidade e a qualidade de vida por muitos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\ud83d\udd0d O que muda com a nova diretriz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Aspecto<\/th><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Antes<\/th><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Agora (Crit\u00e9rios 2025)<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Regi\u00f5es de les\u00e3o<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">4 (periventricular, juxtacortical\/cortical, infratentorial, medula)<\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">5 (inclui nervo \u00f3ptico)<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Pacientes com les\u00f5es mas sem sintomas<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Classificados como &#8220;s\u00edndrome radiol\u00f3gica isolada&#8221;<\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Podem receber diagn\u00f3stico de EM e iniciar tratamento<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Objetivo<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Diagnosticar ap\u00f3s sintomas<\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Antecipar o diagn\u00f3stico para evitar sequelas<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Tratamento de alta efic\u00e1cia<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Menos op\u00e7\u00f5es<\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Mais de 10 medicamentos; &gt;90% de chance de evitar novas les\u00f5es<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong>Novo medicamento (2026)<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">\u2014<\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Ublituximabe (Briumvi) aprovado pela Anvisa<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revis\u00e3o dos Crit\u00e9rios de McDonald, publicada em 2025 no The Lancet Neurology, amplia a precis\u00e3o diagn\u00f3stica ao incluir o nervo \u00f3ptico como nova regi\u00e3o de les\u00e3o e permite tratar pacientes assintom\u00e1ticos com les\u00f5es t\u00edpicas; objetivo \u00e9 antecipar o tratamento para evitar sequelas em uma doen\u00e7a que afeta 40 mil brasileiros A esclerose m\u00faltipla (EM) \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1107,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-1106","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1106","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1106"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1106\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1108,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1106\/revisions\/1108"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1107"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/capitalsaudeebemestar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}