AVC: rede pública do DF mantém cuidado nas UBSs depois da fase de emergência
Atividades em grupo e orientações ajudam na recuperação. Nos primeiros sinais, a orientação é ligar para o Samu, no 192, e não levar o paciente por conta própria.
Quem sofre um Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode conviver depois com dores causadas por fraqueza ou rigidez nos músculos e nas articulações. No Distrito Federal, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecem atividades em grupo, orientações posturais e práticas integrativas para ajudar nessa fase, informou a Secretaria de Saúde (SES-DF) no fim de outubro, por ocasião do Dia Mundial do AVC.
Exercício faz parte do tratamento
De acordo com o neurologista da SES-DF João Tatsch, o exercício orientado estimula o cérebro a criar novas conexões para compensar as áreas lesionadas. A atividade física também combate a fadiga e a depressão pós-AVC e ajuda a controlar a pressão arterial, o que evita um novo episódio.
Nos primeiros sinais, ligue 192
A cada minuto com uma artéria entupida, morrem cerca de 1,9 milhão de neurônios. A orientação é acionar o Samu, e não levar o paciente por conta própria a uma UBS ou a um hospital qualquer. O serviço faz a regulação médica e leva a pessoa à unidade de emergência com tomografia e equipe de neurologia.
AVC no Quadrado
Lançado em maio de 2025, o projeto levou a trombólise, o tratamento de emergência que dissolve coágulos, a hospitais regionais, com apoio de telemedicina.
- Referência de alta complexidade: Hospital de Base.
- Também participam: Hospital Regional do Gama e Hospital Regional de Sobradinho.
Com informações da Agência Saúde DF.